GRÃO-MESTRE ADJUNTO PARTICIPA DA COMEMORAÇÃO DOS 150 ANOS DA LOJA FIDELIDADE MINEIRA

No dia 12 de março de 2020, no Oriente de Juiz de Fora/MG, ocorreram as comemorações do 150º aniversário da Loja Fidelidade Mineira, Loja que nasceu no Grande Oriente do Brasil, no dia 12 de março de 1870 e hoje pertence ao Grande Oriente de Minas Gerais/COMAB.

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Da esquerda para a direita: Grão-Mestre Adjunto do Grande Oriente de Minas Gerais/COMAB, Irmão Vanderlei Geraldo de Assis, ex-Prefeito de Juiz de Fora, que também foi Deputado Federal, Tarcísio Delgado e o Grão-Mestre Adjunto do GODF Marcos Antônio Pereira Noronha.

O Poderoso Irmão MARCOS A. P. NORONHA, Grão-Mestre Adjunto do Grande Oriente do Distrito Federal (GODF), representando nossa Obediência Distrital, participou das citadas comemorações, celebradas em dois significantes eventos: Sessão Solene na Câmara Municipal de Juiz de Fora e outorga de Moção de Aplausos em homenagem ao Sesquicentenário da Loja e Sessão Magna seguida de um agradável e aconchegante coquetel de confraternização, ocorrido no Ritz Plaza Hotel.

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Mesa diretora da Sessão Solene na Câmara Municipal de Juiz de Fora.

 

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Auditório na Sessão Solene na Câmara Municipal de Juiz de Fora.

 

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Da esquerda para a direita: Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica de Minas Gerais, Irmão Edilson de Oliveira; Grão-Mestre Adjunto do GODF, Irmão Marcos Antônio Pereira Noronha; Grão-Mestre do Grande Oriente de Minas Gerais/COMAB, Irmão José Humberto Bahia; e Grão-Mestre Adjunto do Grande Oriente de Minas Gerais/COMAB, Irmão Vanderlei Geraldo de Assis.

 

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Foto da Sessão Magna em Comemoração ao Sesquicentenário da Loja Fidelidade Mineira.
Na foto estão o Venerável Mestre da Loja, Irmão Geraldo Zola Ribeiro de Melo e o Grão-Mestre Adjunto do GODF, Irmão Marcos A. P. Noronha.

 

O Poderoso Irmão Marcos Noronha estava acompanhado da cunhada Lucia B. Noronha, tendo, ainda, a presença do Sapientíssimo Irmão Gil Braga, detentor da Comenda D. Pedro I.
É de bem ressaltar que os genitores dos Irmãos Marcos e Gil, Affonso Plínio Noronha e Vicente da Silva Braga, respectivamente, também Irmãos, foram iniciados na Maçonaria da Loja Fidelidade Mineira.

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Coquetel de confraternização no Ritz Plaza Hotel.
Irmãos Damasceno, Geraldo, Marcos Noronha, Marcelo Picoli e Gil Braga e cunhadas Luciana, Selma, Lucia e Waleska.

 

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Para marcar este momento ímpar da história da Loja, um livro foi escrito, com base nos documentos, principalmente as Atas da Loja, com o qual o Grão-Mestre Adjunto, Irmão Marcos Noronha foi gentilmente brindado.

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No livro consta interessantes fatos e registros, como por exemplo, que a Loja Fidelidade Mineira é a Loja mais antiga de Minas Gerais em atividade e que quando foi gerada energia elétrica em Juiz de Fora, que aliás teve a 1ª Usina Hidroelétrica da América do Sul*, a Loja e a Indústria Têxtil Mascarenhas foram os primeiros estabelecimentos a receberem energia elétrica, concomitantemente

 

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Da esquerda para a direita Irmãos Geraldo Martins, Marcos Noronha, Vanderlei de Assis e Gil Braga.

 

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Da esquerda para a direita Irmãos Miguel Simão, Marcos Noronha, Vanderlei de Assis e Gil Braga

 

Pode-se dizer que a história desta Loja se confunde, praticamente, com a história de Juiz de Fora que fora emancipada em 1850.

No dia posterior ao das comemorações os Irmãos Marcos Noronha e Gil Braga, guiados pelo gentil Irmão Geraldo Martins, visitaram as instalações da Loja, o Templo que foi totalmente reformado e fizeram algumas fotos de um pequeno museu da Loja, entre elas se encontra a foto da 1ª Usina Hidroelétrica da América do Sul.

Mural da Loja Fidelidade Mineira com fotos do Grão-Mestre e do Grão-Mestre Adjunto.

 

O Grão-Mestrado consubstancia a determinação de avançar na arte de construir o Templo Ideal com AÇÃO, FRATERNIDADE e EVOLUÇÃO.
Gestão Reginaldo Albuquerque e Marcos Noronha.

 

* A Usina de Marmelos foi construída em 1889, no rio Paraibuna, às margens da Estrada União e Indústria, para atender as indústrias de tecidos e fornecer eletricidade à iluminação pública da cidade, antes alimentada a gás, e demais estabelecimentos. Tombada pelo patrimônio municipal de Juiz de Fora e transformada em espaço cultural, lá funciona o Museu de Marmelos Zero.

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